
- O cenário: Caneca de café, janela aberta, o dia cinza;
- O momento: lembra do passado e sorri por alguns segundos, pq ainda pensa o que jurou ser proibido. Mente traiçoeira…
- A canção:
e dai ouve Joyce Jonathan, curte uns segundos de deprê, fica racional, levanta e vai viver tudo diferente pra ser mais feliz!
Na vibe do #nowplaying lá do twitter (@amanda_kitty), vou trazer alguma indicação de música legal que estou ouvindo no momento e a da vez é a versão delÃcia de “Don’t stop the music” (original da Rihanna) interpretada pelo Jamie Cullum:
Quem me conhece sabe que eu adoro Jazz, e o Jamie Cullum segue bem o estilo contemporâneo; O rapaz não só ahaza no vocal como também no piano.
No filme “Vestida para casar” (ou 27 dresses) tem uma cena que eu adouuuro com a música “Bennie and the Jets” do Elton John, tava ouvindo ela hoje e deu uma vontadezinha de trazer aqui:
Era o que eu queria fazer nessa sexta-feira, que tal?!\o/
obs: o vÃdeo ta péssimo, mas foi o que deu pra achar! =P
Eeeee! Adeus ano velho…feliz ano novo, que tudo se realize..blá blá blá! hahahaha

O ano ta acabando, e eu uma menina comprometida com este blog, resolvi falar algumas bobagens (foi no improviso) no podcast especial de Reveillon pra vocês! Ouçam (só dar play)!!!
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Desculpem o som “meia-boca”, a vergonha básica, os errinhos, a carinha de sono (na foto)…mas foi tudo na correria! =P
Feliz 2010!
Ontem foi divulgado o novo clipe do Lifehouse, pra assistir só clicar na imagem:
Não curti essa música #prontofalei e to brava com a banda pelo adiamento do novo cd, para 2010 u__u
Ontem foi o dia mundial do rock e eu fiquei inspirada para falar de música, e do Indie rock:

Indie rock (ou rock independente em inglês) é um estilo musical que caracteriza bandas que não são lançadas por grandes gravadoras, porém o grande sucesso de algum desses grupos lançaram-nos diretamente para gravadoras de grande porte, embora o som na maioria dos casos, não perca a identidade, fazendo com que tais bandas, mesmo com o sucesso de público e grande repercussão na mÃdia, sejam consideradas bandas alternativas. (Wikipedia)
Escolhi algumas bandas que estou ouvindo ultimamente (o vÃdeo com as músicas “fala por sà só”, mas prometo fazer um post falando mais sobre cada uma):
# Ja Panik
A “Heitor e Banda Gentileza” é de Curitiba e faz um som super único, descobri essa galera no twitter e quando conheci mais o trabalho do grupo, não pensei duas vezes em falar com eles e trazer a novidade aqui pro blog. O meu contato foi com o Heitor e ele foi muito atencioso comigo e topou responder algumas perguntinhas (mesmo com a correria de estúdio), confere ai:

Integrantes da “Heitor e Banda Gentileza” (foto: Diego Cwb)
1- Como surgiu a ideia do nome “Heitor e Banda Gentileza”?
Foi uma piada que não era pra ter sido levada a sério. Eu tinha algumas músicas prontas, as quais eu tocava em algumas festas de faculdade (coisa de calouro chato “ei, posso tocar umas músicas?”). E aà o pessoal de outras bandas acabavam indo ao palco para improvisar alguma coisa em cima daqueles três ou quatro acordes que eu fazia. Obviamente, o resultado era sempre um fiasco. Em uma dessas apresentações, no final de 2004, eu falei brincando (claramente brincando!) no microfone: “essa é a banda gentileza”. Achei que ninguém tinha prestado atenção. Nem eu havia dado bola para aquilo. Mas ao fim do show, as pessoas vieram dizer “que nome legal! Heitor e Banda Gentileza!”. Achei engraçado, mas nem cogitei manter esse nome. Mas no show seguinte, o nome veio à tona novamente. Ninguém tinha pretensão de seguir com aquilo adiante, então nem ligamos. Mas o negócio foi indo e o nome acabou ficando esse.
2- Quais as principais influências musicais da banda?
Não sei se existem influências principais. Nenhuma delas é muito explÃcita. Isso porque temos músicas que apontam para o leste europeu, outra para a roça, outra para a valsa, para o samba, bolero, entre outros. Mas acho que dá para citar Cake, Jorge Ben, Leningrad, Mutantes, Queens of the stone age, Nação Zumbi, Rage Against the Machine.
3- O melhor show que vocês ja fizeram foi onde? E pq?
DifÃcil dizer. Mas o que está mais fresco na memória foi o Baile Esplendor, na Livraria da Esquina em São Paulo. Foi uma festa dedicada aos anos 30, então quase todo mundo que foi à festa estava elegantemente vestido. Mulheres com vestidos longos, penteados caprichados; os homens de terno, chapéu, suspensórios. Os DJs tocaram apenas músicas da época e o público dançou a noite toda. A banda de abertura foi o Conjunto Seleções, um projeto paralelo da Banda Gentileza com violino, bandolim, violão, baixo e percussão que faz releituras de canções da década de 1930. Depois, a Banda Gentileza fechou a noite.
O Garapa também lembrou de um que fizemos em janeiro, um evento chamado Curitiba vai pro Inferno! Quatro bandas aqui de Curitiba (ruÃdo/mm, Copacabana Club e Sabonetes) pegaram um ônibus e foram para São Paulo. A casa estava cheia e os shows foram todos ótimos.
4- Qual a importância do twitter, myspace,enfim, mÃdias sociais na carreira da vocês?
O Myspace foi essencial no inÃcio da banda, época em que não tÃnhamos um domÃnio próprio. Por ali era possÃvel ouvir as músicas, conferir a agenda, trocar informações. Pelo Orkut, a gente divulgava nossos shows e o que era publicado sobre a gente por aÃ. O Twitter tem funcionado muito bem com a gente. Principalmente neste momento em que estamos em estúdio gravando nosso álbum. Pelo Twitter a gente escreve o que está acontecendo enquanto gravamos e também avisamos os inÃcios de cada transmissão da nossa TV ao vivo, na qual dá pra ver o que acontece no estúdio. Com essas ferramentas a gente conseguiu alcançar outros ouvintes e fazer ótimos contatos como a Pamela Leme, produtora paulista responsável pelos nossos shows em São Paulo.
5- Qual site/blog tem o acesso de vocês todos os dias?
Putz, não sei dizer de todos, mas eu gosto de acompanhar o URBe, Trabalho Sujo, Agência Alavanca, Trama Virtual, Fábio Seixas, entre outros.
Pra quem quiser ouvir as músicas, no site oficial tem várias para download!
Conheça Mais no:
Orkut
Myspace
Trama Virtual
Fotolog
Ja faz tempo que eu não falo de música aqui no blog, então lá vamos nozes! =P Hoje eu tava trabalhando e ouvindo a Coralie Clément, e nossa…meu dia ficou mais feliz! hahaha
“Nascida em uma famÃlia de músicos (seu pai é clarinetista e seu irmão mais velho é o músico e compositor Benjamin Biolay), Coralie aos três anos já identificava os diferentes instrumentos de uma orquestra. Aos seis anos de idade, começou a praticar violino e parou somente na sua adolescência. Desde então suas inspirações músicais são Françoise Hardy, Jane Birkin, Beatles, Serge Gainsbourg dentre outros.” Wikipedia

O estilo de Coralie é super variado, cada disco tem uma direção mais diferente, uma personalidade:
* 2001 - Salle des Pas Perdus: Músicas com muito jazz, bossa nova..sussuros, muito envolvente!
* 2005 - Bye Bye Beauté: Album com uma pegada pop, indie, sem perder o estilo charmoso francês.
* 2008 - Toystore: É praticamente uma fusão dos dois discos anteriores, tem músicas mais agitadas e outras nem tanto.
Le jazz et le gin - Coralie Clément
No geral, todos os albuns são ótimos e vale mesmo a pena, mas o meu preferido-ever é o “Salle des Pas Perdus”, como eu disse, é muito envolvente; Sabe aquele dia frio…sim, aquele dia que pede a escolha de um bom vinho, um bom fondue, uma boa conversa com uma companhia especial? …Então, coloque na vitrola o som da Coralie Clément e o clima diz TUDO! *__*




